terça-feira, 21 de julho de 2015

Coisas que nunca vou compreender


Pessoas que tratam as respectivas caras-metades ou as caras-metades de alguém por companheiro. E olhem que eu adoro cães!


segunda-feira, 13 de julho de 2015

Sossegai: no dia em que abandonar o blog faço como aquele clássico do marido que vai à rua comprar cigarros e nunca mais aparece


Há alturas em que me apetecia abrir um novo blog, não vos dizer nada, começar tudo do início, uma nova identidade, onde ninguém me conheça. Novos desconhecidos, novos anónimos. Em vão. Já não me incomoda o cada vez menor anonimato. Tão queridos, o que possam pensar. Ficam-nos tão bem esses pensamentos. O problema não são vocês, sou eu. O problema é que, para além do comemos, somos também o que lemos, quem lemos, porque não dizê-lo, quem comemos. Na verdade, o que queria era uma outra pele; a vida agarra-se por vezes a nós como hera, aperta-nos, sufoca-nos; já não sabemos quem somos, se nós, se nós, se quem nos prende, sufoca. Fugimos de nós próprios como o Diabo da Cruz. "Desde que tudo me cansa / Comecei eu a viver", crisálida de mim.


Porque o Natal está quase, quase aí


Na verdade, não compreendo por que razão insistimos tantos em manter relações que já não existem. Não estou a falar daquelas relações de amizade que, por motivos diversos fazem com que os encontros se tornem cada vez menos frequentes. Refiro-me aquelas pessoas, que tendo sido outrora importantes para nós, só aparecem para nos dar os parabéns e desejar um bom Natal. Fico a pensar porque é que insistimos sempre em agradecer a simpática SMSzinha, de quem se lembra sempre de nós. Duas vezes por anos, é certo, mas lembra. Da minha parte, continuem a ser as boazinhas. Não me importo nada de ser o mal-educado que não agradece os parabéns e os votos de  um feliz Natal.